O comandante bolivariano avisou no twitter: "Tiembla Brasil, que allá viene La Vinotinto!! Venceremos!!" (Treme Brasil, que já vem a seleção vinho tinto! Venceremos!).
Parece que Chávez sabia mesmo que a seleção brasileira iria tremer. Mas tremer diante da Venezuela – seleção que conquistou apenas duas vitórias em todas as edições de Copa América? Jamás.
O empate sem gols não foi um desastre. A seleção brasileira na Era Dunga chegou a perder para a mesma Venezuela por 2 a 0 jogando em Boston, nos EUA.
O futebol venezuelano evoluiu muito, principalmente no setor defensivo, e a alcunha de "saco de pancadas" da América do Sul já não lhe cabe mais.
Enquanto isso, a seleção brasileira entrava em campo do jeito que os torcedores e a mídia pediram. Futebol ofensivo com garotos afamados e habilidosos. Tudo perfeito! E o primeiro tempo até que não foi ruim. Várias oportunidades criadas, bola no travessão e pressão no campo do adversário. Mas o segundo tempo foi abaixo do esperado.
Faltou personalidade na hora de decidir as jogadas e tranquilidade no último passe. A Venezuela cresceu e chegou a assustar o gol de Júlio César.
No twitter, a cornetagem abria o bico para desconfiar da capacidade dos "manos" do Mano. Calma gente. É só o jogo de estreia. Temos talento e juventude do meio pra frente. Temos experiência e segurança do meio pra trás.
O Brasil tremeu sim. Não pela Venezuela, mas diante da cobrança por um futebol bonito, ofensivo e goleador.
Em tempos de Barcelona, o parâmetro é elevado.
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