
Pelo segundo ano consecutivo longe da Libertadores, dança de técnicos e crises internas envolvendo alguns de seus principais jogadores foram a gota d'água e principais motivos da crise instaurada no clube. Sem títulos desde 2008, o clube do Morumbi definitivamente perdeu o rumo.
Algo que me chamou a atenção ao fim do ano, foi o discurso do folclórico e sempre polêmico Juvenal Juvêncio, presidente do clube. O cartola chamou para si grande parte da responsabilidade, atitude rara entre dirigentes, e foi enfático ao prometer: "Vamos fazer a torcida esquecer 2011. Em 2012, teremos um time forte e brigador. Podem me cobrar!"
Ao fim do primeiro mês do ano, vemos que a conversa era realmente séria. Juvenal cumpriu e sinaliza ter feito de vez as pazes com a torcida. O time manteve suas estrelas, desfez dos jogadores envolvidos nas principais polêmicas, como Dagoberto e Rivaldo, e contratou reforços de altíssimo nível que já mostram a que vieram nas primeiras rodadas do paulistão.

Por falar nele, na ausência do contuntido Rogério Ceni, o "Fabuloso" assume a braçadeira e a liderança do grupo. E é aí que está, para mim, o ponto chave do destino do tricolor paulista. Não há no futebol brasileiro outro clube que possua uma referência de área com o gabarito desse jogador.
Agora mais experiente, com a cabeça no lugar e livre das lesões, o camisa nove, junto ao fortíssimo elenco composto pelo time, sinaliza nesse princípio de ano o despertar de um gigante do futebol brasileiro. O São Paulo possui de fato, um fabuloso destino em 2012.
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